O presidente da Câmara conseguiu evitar que os agrupamentos escolares do concelho de Oliveira do Hospital tenham sido transformados num mega-agrupamento.
“Não acho que o Governo tenha tratado isto da forma correcta… juntar o concelho todo num mega-agrupamento é um disparate completo”, afirmou José Carlos Alexandrino, no decorrer de uma reunião do executivo camarário, realizada na passada terça-feira.
Entretanto, e de acordo com uma informação obtida pelo correiodabeiraserra.com junto de uma fonte ligada ao processo, a Direcção Regional de Educação do Centro já comunicou que a polémica medida do Ministério da Educação – já em vigor nos municípios vizinhos de Seia, Tábua, Arganil e Carregal do Sal – não se vai aplicar em Oliveira do Hospital no próximo ano lectivo de 2010/2011.
A indicação que existe é no sentido de que os actuais quatro agrupamentos escolares e a Escola Secundária vão continuar a funcionar nos mesmos moldes, e o processo deverá começar a ser reavaliado durante o próximo mês de Outubro.
Na discussão deste dossiê, Alexandrino tem vindo a assumir uma posição de confronto com as entidades envolvidas na negociação, e também fez chegar o seu protesto ao secretário de Estado da Educação, João da Mata.
A criação dos mega-agrupamentos foi recentemente aprovada pelo Ministério da Educação, tendo em vista a reorganização do sistema educativo. O processo foi alvo de muitas críticas oriundas das mais diversas entidades.
Para o presidente da Associação Nacional de Directores de Agrupamentos e Escolas Públicas – em declarações ao jornal Público –, esta fusão foi realizada com “uma velocidade impensável”. Botelho da Fonseca insurgiu-se contra o facto de alguns directores terem sido informados da medida “por telefone” e sublinhou a necessidade de ter que haver “alguma afinidade” entre as escolas a fundir.

por Eu digo o que me contaram, Julho 25, 2010
por Antonio Borges, Julho 22, 2010
O de Carregal do Sal nao o consegui,nem o fez por conseguir, pois não interessa, a escola de Cabanas de Viriato nunca foi bem vinda pela camara.
Agora que vái haver uma oportunidade, não tarda muito que seja fechada.
Mas Cabanas só tem aquilo que merece... votaram neles outra vez começam a ter os resultados.
Estava na altura de fazer um levantamento e começar a olhar por os interesses de Cabanas de Viriato e defender o que é nosso.
por ......, Julho 15, 2010
Comentaram-me que se não todos, quases todos os bens e serviços são fornecidos por Mangualde, porque será....?
Ainda bem que não vai haver Mega-Agrupamento, porque se fossem por essa via o nosso concelho parava.
por Bem informada, Julho 14, 2010
Não se deve falar do que não se conhece. O que se passa em Oliveira é que POR DECISÃO DA DREC , o sistema de Mega agrupamento não entrará em vigor AINDA este ano lectivo. Mas isso não tem nada a ver com a posição do Presidente da Câmara. Fez muito bem ao comunicar e divulgar a sua posição contra, isso só abona em seu favor. Contudo, não foi por sua influência que o Mega Agrupamento de Oliveira do Hospital não se constitui já. Se assim fosse, outros Presidentes teriam também conseguido movimentar influências (do PS e não só) e até agora ninguém o conseguiu.
Portanto, há que ter cuidado com as afirmações levianas que se fazem em jornais. Ainda há pouco tempo, veio a público, e também pela voz de Alexandrino que "todas as câmaras do distrito são a favor, excepto Oliveira do Hospital, Tábua e Coimbra". Segundo comunicado da Câmara de Arganil, isto não é verdade e a própria autarquia assinou já vários pareceres e moções contra os mega agrupamentos.
Posto isto, será melhor não embandeirar em arco com os feitos do presidente da Câmara, porque neste aspecto quem deveria ser ouvido (pais, professores, funcionários) não o é e esses, sim, deveriam ter a última palavra neste atentado á educação.
por tininha, Julho 12, 2010
Deixa-te de lérias...e informa-te!
por Lérias, Julho 12, 2010
Isto é apenas contra-informação... Onde obteve esssa informação? Não foi o presidente da Câmara que conseguiu evitar..., mas este jornal continua com esta campanha de bem falar do executivo e, depois assistimos a estas inverdades.












