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Outro dos pontos referidos pela publicação é o facto de os “hospitais não estarem preparados para o que estava prestes a acontecer e colapsaram, sobretudo na área de Lisboa”, tendo encaminhado pacientes “para o Porto e para a Ilha da Madeira”. Os dias em que 30 ambulâncias chegaram a estar em fila de espera no Hospital de Santa Maria, em Lisboa, são também lembrados pelo El País, destacando, contudo, que “agora o ponto mais crítico são as Unidades de Cuidados Intensivos”.
