Segundo a nota, a ministra Ana Abrunhosa, por um lado, afirma que só estará satisfeita quando não houver portagens nas ex-SCUT e, por outro lado, coloca-se na pele de responsável das Finanças e afirma que têm de ser reduções orçamentalmente sustentáveis. “Esta ambiguidade de intervenções preocupa os membros da Plataforma P’la Reposição das SCUT A23 e A25, relembrando que se trata afinal de repor a justiça após dez anos de penalização sobre o tecido económico-social da Beira Interior, justiça que a pandemia veio reforçar, dado o agravamento da situação económica e social do Interior”, sustenta.
Para esta plataforma, não é admissível invocar limitações orçamentais “quando o próprio ministro das Finanças admitiu ser possível acomodar esta redução de receita no Orçamento, afirmação justificada também pelos dados orçamentais recentes”.
