Correio da Beira Serra

Arquivo Municipal de Mangualde muda-se para o Largo Dr. Couto e passa a funcionar em edifício com mais de 800 metros quadrados

Presidente da Câmara, Marco Almeida, considera que o novo espaço, inaugurado no sábado, garante finalmente “condições para preservar e valorizar o espólio e a História do concelho”. Antigas instalações tinham sido alvo de queixas persistentes por falta de salubridade e segurança.

O Arquivo Municipal de Mangualde já está a funcionar nas novas instalações localizadas no Largo Dr. Couto, em pleno centro da cidade. O edifício, que anteriormente acolheu a Caixa Geral de Depósitos, foi inaugurado no sábado, dia 26 de Abril, e passou por obras de remodelação suportadas pelo proprietário, com acompanhamento técnico da Câmara Municipal.

O novo espaço, com uma área total superior a 800 metros quadrados, está distribuído por cave, rés-do-chão e primeiro andar, e foi preparado para garantir a preservação do espólio documental do concelho, que integra milhares de documentos. O equipamento fica agora mais próximo dos restantes serviços municipais e de zonas de acesso público.

Em declarações ao jornal local, o presidente da Câmara Municipal de Mangualde, Marco Almeida, referiu que esta mudança representa “um passo decisivo na valorização da memória colectiva do concelho”. O autarca destacou ainda que as novas instalações proporcionam “as condições necessárias para preservar e valorizar o nosso espólio e a História do nosso concelho, assim como garantir as melhores condições de trabalho a quem faz a gestão deste património”.

Além das salas destinadas ao tratamento e arquivo do acervo, o novo edifício inclui uma sala de digitalização, uma sala de consulta pública, uma zona de exposições e um espaço multiusos com cerca de 130 metros quadrados, preparado para acolher reuniões de trabalho ou outras actividades.

De acordo com Marco Almeida, este novo Arquivo Municipal “é um espaço preparado para responder às necessidades das novas gerações, incluindo alunos das nossas escolas, entidades públicas e a todos os mangualdenses”. A autarquia pretende que o edifício funcione também como pólo dinamizador de iniciativas culturais e educativas.

Até agora, o Arquivo funcionava em prédios situados na Avenida Conde D. Henrique, que, segundo a Câmara Municipal, “não ofereciam condições de segurança e de salubridade, nem ao acervo documental, nem aos trabalhadores”. Os funcionários municipais colocados no Arquivo apresentavam há vários anos queixas formais sobre as condições existentes, agora resolvidas com a nova localização.

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