Correio da Beira Serra

BLC 3 vai a Tábua sensibilizar jovens para oportunidades de investimento no setor da agricultura

 

É já no próximo sábado, 4 de fevereiro, que a BLC3 – Plataforma para o Desenvolvimento da Região Interior Centro, em parceria com a Associação Juvenil Tábua XXI, promove junto dos jovens uma sessão de divulgação dos projetos em curo na estrutura localizada na Zona Industrial de Oliveira do Hospital e dá a conhecer as oportunidades de negócio, em particular na área da agricultura.

Na sessão que terá lugar pelas 18h30, no salão da Biblioteca Municipal João Brandão em Tábua, as atenções irão recair sobre o BioREFINA – TER em curso na BLC3 e que é entendido como um projeto inovador de transformação da vegetação espontânea da floresta em biocombustíveis lenho-celulósicos substitutos do gasóleo e da gasolina”.

Em causa está um projeto que já foi sujeito a candidatura a fundos comunitários e que se afigura como um projecto altamente estratégico para – conforme nota de imprensa avançada pela BLC3 – “alavancar em Portugal uma das mais promissoras indústrias da primeira metade do século XXI – a bioenergia”.

Para além de abranger o concelho de Oliveira do Hospital, o BioREFINA – TER incidirá também nos municípios de Tábua, Arganil e Góis, estando prevista a a construção de uma biorrefinaria de demonstração industrial com capacidade para produzir cerca de 25 milhões de litros de biocombustíveis.

A ação que vai decorrer em Tábua não se esgotará, contudo, no BioREFINA – TER e versará também nas oportunidade de financiamebnto a fundo perdido que a União Europeia está a disponibilizar, através do programa PRODER, para a instalação de jovens agricultores com idade inferior a 40 anos.

Um trabalho que a BLC3 já tem vindo a desenvolver através do seu gabinete de Apoio a Ideias e Projetos Inovadores, prestando apoio ao nível da execução dos projectos.

Deste modo, a estrutura que no seu seio incorpora uma incubadora de empresas, pretende lançar os jovens em novas oportunidades de negócio, que estão a surgir no âmbito de “uma agricultura feita com escala comercial, modernidade, e garantias de escoamento das produções”.

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