
Esta assembleia-geral, que ocorre numa altura em que a caixa de crédito se encontra intervencionada por dois administradores-delegados, poderá vir a gerar alguma polémica, uma vez que, de acordo com o que este diário digital apurou, alguns dos signatários da lista que, em fevereiro, venceu as eleições, e que nunca chegou a tomar posse – há processos ainda a decorrer nos tribunais –, deverão insurgir-se contra a atual situação financeira daquela instituição de crédito e, também, contra uma proposta destinada à aprovação das remunerações dos membros que compõem o conselho de administração e o conselho fiscal.