“Estou muito impressionada com a força que demonstram as pessoas deste concelho, nomeadamente, com a resiliência que dá mostras o corpo de bombeiros onde estive, que consegue manter aquele quartel muito bem cuidado, lutando para colocar todos os meios aptos ao serviço da população”, referiu a cabeça de lista da Aliança Democrática (AD) pelo distrito de Coimbra, Rita Alarcão Júdice, no final da visita que hoje, quarta- feira, efectuou ao concelho de Tábua.
A candidata social-democrata iniciou o seu programa em Vila Nova de Oliveirinha, com uma deslocação à empresa de confecções Acorfato, tendo realçado a qualidade dos produtos que ali são produzidos, em grande parte destinados à exportação, “o que demonstra que Portugal continua a ser uma potência no sector têxtil”. Na mesma freguesia contactou, em seguida, o corpo de bombeiros daquela localidade, onde ficou a par das dificuldades que a corporação atravessa, “vivendo sem grandes apoios, mas a dificuldade aguça o engenho”, como frisou.
“É bom ver que das dificuldades surjam oportunidades e é isso que o PSD/CDS/PPM defende”, disse, vincando que pretende bater-se para que esta região se deixe de chamar do interior. “É para isso que nos vamos bater se formos eleitos, para acabar com esse estigma, criando possibilidades para que os concelhos do distrito estejam mais próximos com melhores acessibilidades e uma grande aposta na cultura, valorizando a sua história riquíssima que pode ajudar a atrair pessoas”, referiu.
Segundo a candidata, “o distrito de Coimbra tem sofrido muito com promessas que não se concretizam”, referindo, mesmo, “ter sido votado ao esquecimento, sem estratégia para o alavancar, foi o parente pobre em termos de acessibilidades fluídas que permitam que as pessoas e as indústrias possam circular sem constrangimentos”. Lembrou, a esse respeito, que a conclusão do IC 6 e a resolução dos problemas que afectam o IP 3 serão apostas prioritárias de um governo da AD, mostrando uma grande expectativa que a coligação obtenha um “excelente resultado em Coimbra como reflexo do que poderá vir a acontecer a nível nacional, pois aquilo que temos vindo a constatar nos contactos que efectuamos na rua, é que há muita gente descontente e esperançada que a AD possa ser a alternativa mais viável para mudarmos o rumo dos acontecimentos”.
