Correio da Beira Serra

Candidatura de Arganil para aquisição de equipamentos de compostagem comunitária foi aprovada

CM Arganil

O Conselho Intermunicipal da CIM Região de Coimbra aprovou a candidatura do Município de Arganil, “Biobairros a compostar!”, inserida no âmbito do Regulamento do Programa “RecolhaBio – Apoio à Implementação de projetores de Recolha Selectiva de Biorresíduos”, do Fundo Ambiental. São no total 15, as candidaturas aprovadas na Região de Coimbra.

O projecto contempla a aquisição de equipamentos de compostagem comunitária e respectivos acessórios, instrumentos de controlo e de medição, acções de sensibilização e comunicação, com concepção e produção de material de divulgação e comunicação, de forma a motivar a comunidade de Arganil e Coja e, ainda, formação e capacitação dos utilizadores e responsáveis pelos compostores, um apoio essencial na operacionalização e sustentabilidade do projecto.

“Numa estratégia alinhada com os resultados do Estudo para o Desenvolvimento de Sistemas de Recolha e de Valorização na Origem de Biorresíduos no Município de Arganil, onde se evidencia que a compostagem comunitária constitui uma forma favorável de desviar biorresíduos de aterro, esta candidatura visa implementar um projeto de compostagem comunitária que permita consciencializar os cidadãos para valorização dos biorresíduos produzidos, transformando-os em composto”, explica uma nota da autarquia.

O projecto pretende ainda dar continuidade à estratégia de reciclagem na origem dos biorresíduos produzidos no concelho, através da implementação de soluções de compostagem doméstica e comunitária, iniciadas com o projecto Compostar é Reciclar, aprovado em 2020 pelo POSEUR e que consiste na instalação de compostores domésticos nos alojamentos em que tal seja idealmente possível e de duas ilhas de compostagem comunitária, uma em Benfeita e outra em apoio ao serviço de espaços verdes do Município.

O projecto “Biobairros a Compostar” pretende desta feita abranger a comunidade de uma forma integrada, através da instalação de sistemas comunitários passíveis de ser utilizados pelos cidadãos cujos alojamentos não permitam a instalação de compostores, reforçando ainda as duas ilhas já instaladas.

“As palavras de ordem são sensibilização e capacitação quer dos cidadãos, quer das entidades, para as mudanças inerentes à entrada em vigor do novo Regime Geral de Gestão de Resíduos, que a partir de 2024 obriga à recolha seletiva ou separação e reciclagem na origem dos bioresíduos produzidos”, remata a nota.

 

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