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As propostas apresentadas pelos populares são de vária ordem, e centram-se, sobretudo, na esfera social. Exemplos disso são a ideia da criação de um “Bilhete de Família”, destinado a conceder descontos aos utentes ao nível da utilização e do acesso a equipamentos colectivos, ou ainda a chamada “capitação das tarifas da água de uso doméstico”.
Nesta área, o CDS/PP, actualmente liderado por Maria José Falcão de Brito e Luís Lagos, propõe que se “tenham em consideração o número de elementos do agregado familiar e que sejam escalonadas em função da capitação dos consumos por lar, corrigindo assim o efeito indirecto de penalização e discriminação contra a família nos escalões de consumo doméstico”.
No sector da educação, a concelhia do partido liderado por Paulo Portas defende a “promoção de parcerias de pais, professores e entidades locais para actividades concertadas”, com a finalidade de abrir as escolas às populações.
Os cidadãos portadores de deficiência também não são esquecidos, já que o partido sustenta que é necessário “promover condições de acessibilidade para os cidadãos deficientes, tanto de um ponto de vista arquitectónico e de transportes públicos como perante as novas tecnologias de informação e de comunicação”.
Com a última das 14 medidas, o CDS avança com a criação de “conselhos consultivos municipais” nas áreas da cultura, educação, urbanismo, actividades económicas e combate à pobreza. A finalidade desta proposta é, conforme refere o blogue do partido, “incentivar a intervenção e participação da sociedade nas políticas definidas pelos órgãos autárquicos”.