Uma Delegação da CDU, que mais uma vez integrava a candidata nas eleições de 9 de Junho ao Parlamento Europeu Luísa Silva, esteve no Centro de Saúde em Oliveira do Hospital a contactar Utentes desta Instituição de Saúde. Os elementos da CDU relatam uma enorme fila de utentes sem médico de família que se formou durante a madrugada para tentar marcar uma consulta.
“Foi-nos, entretanto, dito que a grande fila de espera para esse efeito, se iniciara de madrugada e se mantivera com dezenas de pessoas até cerca das 9h00. Aliás, é o injusto e ingrato costume sobretudo na primeira segunda-Feira de cada mês. Portanto, mantém-se sem solução à vista este verdadeiro atentado aos direitos das populações a um Serviço Nacional de Saúde, SNS, operativo e suficientemente dotado com Técnicos de Saúde, designadamente Médicos e Pessoal de Enfermagem”, relatam. “Esta é uma carência crónica que no caso do Centro de Saúde de Oliveira do Hospital e suas Extensões de Saúde, afecta cerca de oito mil utentes! Uma autêntica praga que o Ministério da Saúde e o Governo – antes PS e agora PSD/CDS – não deram nem dão mostras de resolver como lhes competiu antes e compete agora”, explicam.
Os elementos da CDU alertaram para aquilo que designam por “tendências dominantes impostas pelos partidos com mais eurodeputados no Parlamento Europeu – PS e PSD – que aceitam limitar, e bastante, por exemplo as dotações de mais verbas para o SNS nos Orçamentos do Estado de Portugal. e nos Orçamentos da União Europeia”. E procuraram justificar a necessidade de votar na CDU nas próximas eleições. “Dos resultados das Eleições para o Parlamento Europeu também dependem, directa e indirectamente, a melhor ou a pior possibilidade em se resolver estes problemas a contento”, resumem.
A delegação CDU deslocou-se também à Empresa de confecções “Dressingworld” em Lagares da Beira a contactar Trabalhadores durante o intervalo do almoço. “Nova oportunidade para alertar para a necessidade da defesa intransigente da produção nacional – no caso de confecções – nas instâncias comunitárias e também no nosso País. Ao mesmo tempo, destaque para a necessidade e o direito dos trabalhadores a melhores salários e dos reformados e pensionistas a melhores reformas e pensões. Condição em que o Parlamento Europeu também tem uma importante palavra a dizer caso assim queiram os partidos com mais eurodeputado”, concluíram.
