
Contudo, à semelhança do que acontece com a generalidade dos corpos de bombeiros, também a corporação de Lagares da Beira se vê impedida de fazer uso do equipamento. “Nunca foi usado e mesmo que fosse necessário nós não o poderíamos usar”, notou o comandante Pinto, discordando do facto de só os médicos poderem manusear os DAE. “É uma peça que funciona automaticamente e que faz a avaliação sozinha. O erro humano ali não existe”, referiu, assegurando que até ao momento, a corporação não se deparou com nenhum caso em que o uso do aparelho se impunha como determinante para a prestação do primeiro socorro.