… de “desrespeito por aquelas que são as decisões democráticas na vida dum partido”.
Considerando que as declarações de Alves àquele jornal vêm abrir “uma nova guerra com enorme e negativa incidência na estabilidade política que deveria envolver a gestão do concelho”, Garcia salientou também que “está deste modo aberta mais uma brecha no que se prevê ser um final de mandato turbulento do executivo em permanência e que – segundo observou o próprio numa intervenção, que ficou sem resposta – “torna evidente a apetência do actual presidente da Câmara para criar e perpetuar conflitos e, como corolário, afirmar que tudo isto lhe dá gozou, exibindo assim uma prática que a política em si mesmo repudia”.
Relações entre presidente da Câmara e comissão política continuam azedas
Sublinhe-se que as relações políticas entre o autarca do PSD e a Comissão Política de Secção (CPS) vão de “mal a pior”, pois como referiu ao correiodabeiraserra.com uma fonte ligada ao partido, Alves dirigiu recentemente uma carta ao PSD “a pedir informação sobre as datas das reuniões” e criou-se alguma expectativa no sentido de que o antigo presidente daquele partido aparecesse na última reunião da CPS, realizada na noite da passada terça-feira, dia 24 de Junho. Só que Alves não apareceu.
De acordo com o que este diário digital apurou junto daquela fonte partidária, esta carta de Alves surge em jeito de resposta a uma outra carta que a CPS do PSD dirigiu ao presidente da Câmara, com vista a tentar averiguar a perspectiva de relacionamento com o partido que Alves teria em mente, após a reeleição de José Carlos Mendes.