Os deputados do Partido Socialista eleitos pelos círculos eleitorais da Guarda e de Coimbra, pretendem que o Ministro das Infra-estruturas e Habitação explique até que ponto a não inclusão do IC6 no PRR põe em causa os procedimentos e prazos estipulados para a execução da referida obra. Os deputados sublinham que “a inclusão da execução do troço do IC6, entre Tábua e Folhadosa, no Plano de Recuperação e Resiliência, foi um sinal de esperança para as populações e autarcas da região”.
Os parlamentares que subscrevem esta missiva sublinham que este eixo seria “determinante para a coesão e competitividade das empresas instaladas e instalar, bem como para o acesso dos cidadãos aos vários serviços, desde a saúde à educação”. “A rodovia é absolutamente fundamental ao desenvolvimento dos territórios, em particular, nas regiões do interior não servidas pela ferrovia, como é caso dos concelhos de Gouveia, Seia e Oliveira do Hospital que há muito reivindicam melhores acessibilidades, tendo em conta que a EN17, uma estrada centenária, tem sido, ao longo dos anos a única via que serve esta região, o que constitui um forte entrave ao desenvolvimento”.
Os deputados consideram que são necessários esclarecimentos adicionais à comunicação à imprensa emitida pelo Gabinete do Ministro das Infra-estruturas e da Habitação, do dia 22 de Abril, dando nota da necessidade de retirar do Plano de Recuperação e Resiliência alguns investimentos rodoviários, entre os quais a execução do troço do IC6 Tábua/Folhadosa, referindo também que os mesmos não deixarão de ser executados.
