De acordo com declarações do empresário à agência Lusa, a “reunião correu bem” e “foi mostrada abertura em relação ao projecto”. Explicou que a documentação vai agora ser encaminhada para a Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP).
Ligado à Apasolar, uma empresa alemã da Baixa Saxónia, que produz painéis fotovoltaicos, Paulo Tomás “aguarda agora uma resposta do ministério e restantes organismos, que deverá ser urgente, dada a complexidade deste processo e o facto de os parceiros, envolvidos nesta aquisição, estarem também a aguardar”.
O arquitecto continua a defender que ainda não desistiu deste negócio, porque acredita que “há grande potencialidade no mercado internacional para a produção de painéis fotovoltaicos de terceira geração”. Segundo adiantou, há algum tempo que uma equipa “altamente qualificada” está a trabalhar nesta proposta.
Enquanto representante do consórcio que pretende adquirir a fábrica, Paulo Tomás deixou a garantia de “manter os postos de trabalho”.
“Temos tudo para dar certo”, frisou o empresário que também pretende apresentar o projecto aos trabalhadores da Qimonda Portugal, que fazem uma paragem forçada de duas semanas.
