
Referindo que “nem tudo correu bem” na primeira edição daquela feira regional, realizada em parceria com a ADI, o autarca considerou haver motivos para que o município passe agora a colocar a EXPOH no calendário de eventos municipal.
Sobre outras iniciativas, o autarca eleito há quase um ano pelo PS – “há quem diga que o que este executivo sabe fazer é festas”, ironizou –, mostrou-se satisfeito com o êxito de algumas das organizações levadas a cabo pela câmara municipal ou por outras entidades – com o apoio do município – nos últimos meses, e contestou algumas críticas sobre os custos destas iniciativas.
Relativamente ao “Verão Total” – o programa recentemente transmitido em direto pela RTP de Oliveira do Hospital –, Alexandrino argumentou que “há quem diga que custou um dinheirão”, mas explicou que os custos daquela operação televisiva – com várias horas de emissão – “não chegaram aos três mil euros”.
“Não pagámos nenhum ‘cachet’ a ninguém… pagaram-se apenas uns almoços e umas dormidas às equipas de reportagem”, sublinhou Alexandrino, que fez questão de agradecer o empenho do jornalista do canal público, Luís Baila, para que o programa acontecesse em Oliveira do Hospital.
“A câmara agarrou num jardineiro e transformou-o naquilo em que ele é bom: a arqueologia”
Enumerando vários dos eventos que têm vindo a acontecer um pouco por todo o concelho, Alexandrino referiu-se ainda ao sucesso das Férias Arqueológicas que decorreram na Bobadela – o presidente da junta local também elogiou a iniciativa –, e não perdeu a oportunidade de enaltecer o trabalho do autor do projeto com uma frase pouco cómoda para o seu antecessor. “Foi fácil… a câmara agarrou num jardineiro e transformou-o naquilo em que ele é bom: a arqueologia”, afirmou o presidente da câmara numa referência a Rui Silva – o arqueólogo que antes da sua tomada de posse andava nas lides de jardinagem no parque do Mandanelho.
Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico