Certame decorre de 4 a 8 de Setembro, com novidades na programação e um espaço dedicado à recuperação da floresta atingida pelos incêndios.
A vila de Arganil recebe de 4 a 8 de Setembro a 42.ª edição da FICABEIRA e Feira do Mont’Alto, evento que este ano cresce em dimensão, aposta em novas atracções e reforça a mensagem de resiliência da Serra do Açor após os incêndios que devastaram parte do concelho.
A abertura oficial está marcada para 4 de Setembro, às 18h30, com a presença do secretário de Estado da Administração Local e Ordenamento do Território, Silvério Regalado. O investimento ronda os 300 mil euros, sendo, segundo a autarquia, “a edição mais ambiciosa de sempre”.
Entre as novidades destaca-se o espaço dedicado à Floresta da Serra do Açor, iniciativa que dá a conhecer os esforços de recuperação e de gestão sustentável da paisagem florestal, depois do incêndio recente que destruiu cerca de 40 por cento do concelho e afectou aproximadamente mil hectares do projecto de reflorestação. Ainda assim, garante o presidente da câmara, Luís Paulo Costa, “o projecto continua a representar a resiliência do território e a esperança de um futuro mais verde”, estando já prevista a replantação da área atingida.
Em comparação com o ano passado, a feira cresce significativamente, ultrapassando os cem expositores entre empresas, instituições públicas, associações e artesãos. A zona de restauração foi ampliada, foi criado um espaço tecnológico com demonstrações de robótica, uma área dedicada ao Rally – Arganil Capital do Rally – e uma nova zona infantil, a “Fica Kids”.
O cartaz musical inclui Tony Carreira (dia 6), Bárbara Bandeira (dia 7), Marito Marques e os Vocalistas (dia 4), Van Zee (dia 5) e o tributo “Para Sempre Marco” no encerramento, a 8 de Setembro.
Para o presidente da câmara, “esta será a melhor FICABEIRA e Feira do Mont’Alto de sempre, com mais zonas, mais expositores, actividades para todas as idades e um cartaz de excelência”. O evento, sublinha, “celebra a economia, a cultura e a tradição de Arganil, reflectindo a força e a capacidade de resiliência do território”.
