O porta-voz da plataforma, Luís Garra, no final do conselho geral do movimento que reúne sete associações, na Covilhã acusou a ministra da Coesão Territorial de “um dia dizer uma coisa e no seguinte o contrário”, alertou para “os ziguezagues” e contradições da governante, para as vezes em que “foi desautorizada” dentro do Governo e considerou que Abrunhosa “fala acima das suas possibilidades”.
Luís Garra reforçou que o grupo vai estar atento, porque se não existir uma lei-travão ao aumento de portagens na A25, A23 e A24, significa que a redução a implementar em Janeiro não é de 30 por cento, “mas de menos”.
Ana Abrunhosa disse, em 24 de Outubro, na Covilhã, que a abolição das portagens nas antigas Scut “está cada vez mais longe de ser uma possibilidade”.
A governante sublinhou que a prioridade deve ser o incentivo à utilização de transportes colectivos e eléctricos e não rejeitou que o valor nas antigas Scut não possa novamente ser reduzido, mas não prometeu.
