O Movimento Associativo de Apoio às Vítimas dos Incêndios de Midões (MAAVIM) deu o seu parecer na petição da União Europeia, acerca da estratégia para as Florestas e o seu futuro (Forests – new EU strategy). Os responsáveis do movimento referem, em comunicado intitulado “42 meses abandonados”, que com esta acção pretendem no futuro melhorar e diminuir toda falta de apoio e preocupação com a floresta.
“Queremos compromissos para ajuda aos que nunca tiveram, como sendo, e repetimos que desde 2017: milhares de agricultores que nunca receberam ajudas, centenas de empresas, especialmente na área florestal, que não receberam qualquer apoio elevaram muitas famílias a ficar sem posto de trabalho”, frisando que “dezenas de famílias que nunca receberam apoio para a sua habitação, mesmo depois de tantas promessas”.
A MAAVIM continua a defender um plano de reflorestação e desenvolvimento regional das zonas afetadas pela catástrofe de 2017. “Não queremos mais promessas para uso de milhões em meios de combate aos incêndios e à desertificação, quando o que precisamos é apoios para a prevenção e ocupação do nosso território”, sublinham, adiantando que pretendem apoios para “quem tudo perdeu e contínua no território, sem os apoios prometidos”. “Continuamos à espera dos apoios anunciados para as zonas afetadas pelos incêndios de Outubro de 2017. Sobretudo para as populações e empresas que nunca tiveram qualquer ajuda”, conclui a missiva.
