Correio da Beira Serra

Mangualde vai investir 700 mil euros na requalificação de avenida e ruas envolventes

O Município de Mangualde vai investir cerca de 700 mil euros na requalificação da Avenida General Humberto Delgado, da Rua Ana de Castro Osório e de um arruamento de ligação entre a Rua do Hospital e a Avenida General Humberto Delgado. A empreitada arranca a 19 de Outubro e tem um prazo de execução de 18 meses.

A intervenção abrange uma zona urbana de grande circulação, nas proximidades do Largo das Escolas, e prevê a renovação das redes de abastecimento de água, saneamento, drenagem de águas pluviais, telecomunicações e iluminação pública.

Os trabalhos incluem ainda a substituição e requalificação dos pavimentos dos passeios, das zonas de estacionamento e da faixa de rodagem, com o objectivo de melhorar as condições de circulação automóvel e pedonal.

A obra será executada em três fases, de forma a minimizar os constrangimentos causados pelos trabalhos. A primeira começa na Avenida General Humberto Delgado, entre o cruzamento com a Rua Veiga Simão e o cruzamento com a Rua do Hospital.

Neste troço, a circulação automóvel estará proibida a partir de 19 de Outubro, durante um período previsto de cerca de seis meses.

Na segunda fase, os trabalhos avançam na Avenida General Humberto Delgado, entre o cruzamento com a Rua do Hospital e o cruzamento com a Rua Ana de Castro Osório. A última fase será dedicada à intervenção nesta rua.

O presidente da Câmara Municipal de Mangualde, Marco Almeida, considera que a empreitada permitirá melhorar as infra-estruturas e qualificar o espaço público numa zona importante para a população.

“Estamos a intervir numa área fundamental para a qualidade de vida da população, como as redes de água, saneamento e drenagem de águas pluviais. Ao mesmo tempo, vamos qualificar o espaço público, melhorar a circulação e criar melhores condições para quem vive, trabalha ou passa por esta zona de Mangualde”, afirma.

O autarca defende ainda que a intervenção deve assegurar uma renovação duradoura das infra-estruturas, para além da melhoria dos pavimentos. “Não basta colocar um novo pavimento, é preciso renovar as infra-estruturas e preparar a cidade para as próximas décadas”, acrescenta.

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