A morte de um órgão de comunicação social – embora neste caso se tenha tratado apenas de um coma prolongado, mas reversível – gera sempre um sentimento de vazio.
Também é verdade que, muitas vezes, só sentimos a falta das coisas quando elas deixam de existir. Todavia, a anómala situação, que não conseguimos evitar, está praticamente ultrapassada.
Perdemos alguns conteúdos que têm estado a ser repostos, determinadas funcionalidades do site ainda estão inactivas e há vários detalhes que necessitam de ser reconfigurados. É uma questão de tempo e tudo regressará à normalidade.
Fazendo votos para que um tipo de incidente destes não volte a ocorrer, apresentamos desde já as nossas sinceras desculpas pelo incómodo causado aos leitores e anunciantes deste diário digital.
Henrique Barreto