Temos o direito – democrático – a saber!
Estamos em meados de Maio (2021) e aperta-se o cerco à pandemia sobretudo através da Vacinação massiva das Populações, condição que nós destacámos, desde início, como indispensável e urgente. E, por isso mesmo, sempre pugnámos pela concretização – rápida e eficaz – do processo de Vacinação inclusivamente, claro, no município de Oliveira do Hospital.
Agora, o objectivo é alcançar a chamada “imunidade de grupo” a qual, dizem-nos, é possível, em Portugal, após estar vacinada, pelo menos, 70% da População Portuguesa. E nós acrescentamos que após tanta confusão oficial – evitável – é tempo de se alcançar esse objectivo, sobretudo através do Serviço Nacional de Saúde, SNS. E assim haja vontade política por parte do Governo, do Presidente da República e das maiorias da Assembleia da República!
E sim, as Portuguesas e os Portugueses merecem-no, tão compreensivos e disciplinados, sim, disciplinados, têm sido ao longo destes 15 meses de sofrimento e inquietações de todo o tipo.
Como está a Vacinação em Oliveira do Hospital?
Estamos fartos de perguntar mas os responsáveis municipais fazem-se de surdos ou de mudos. Vamos repetir perguntas já feitas:
— Quais são as percentagens de Vacinados em Oliveira do Hospital?
— Dos convocados – acima dos 80 anos e de entre os 50 e os 80 anos – quantos não compareceram à Vacinação e em que percentagens respectivamente ?
— Como pretendem intervir e como vacinar aqueles(as) que não comparecem ou que não se inscrevem para a Vacinação?
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Temos o direito democrático a ser informados, passo a passo, pois é importante saber se se atinge, a que nível e quando, a tal “imunidade de grupo” também em Oliveira do Hospital.
E se, designadamente os principais responsáveis municipais pela vacinação – do Centro de Saúde à Câmara Municipal — se persistirem em não nos esclarecer, isso é muito mau sinal… Será mesmo legítimo concluir-se que, perante esse “silêncio ensurdecedor”, estão a tentar esconder a real situação no Município, ou seja, não querem que se saiba até que ponto terão sido incompetentes para lidar, eficazmente, com a Vacinação no concelho de Oliveira do Hospital.
Continuamos à espera de respostas esclarecedoras!
Autor: João Dinis, Jano
