Os vereadores eleitos pela Coligação “Unidos para Construir o Futuro” consideram que “mais uma vez as juntas de freguesia ocupam o lugar de parentes pobres do poder local, mesmo que se faça crer o contrário”. Os vereadores da do PSD/CDS-PP consideram que existe uma nova abordagem do executivo no que respeita às freguesias que não é positiva.
“As verbas previstas para 2022, respectivamente de 255.000 euros em transferências de
capital – menos 15.000 do que na versão corrigida para 2021 – e de 415.000 euros em transferências correntes, são já muito inferiores aos valores efectivamente transferidos em 2016 e 2017, por exemplo, de mais de 450.000 euros anuais em transferências de capital e de mais de 650.000 euros em transferências correntes. Ou seja, “mais uma vez as juntas de freguesia a ocuparem o lugar de parentes pobres do poder local, mesmo que se faça crer o contrário”, afirmaram os vereadores na oposição oliveirense.
E concluem que a seu tempo o voto será contra. “Estas não são propostas que possam cativar a concordância ou, sequer, a benevolência dos vereadores eleitos pela Coligação PSD/CDS, pelo que sentido do nosso voto expressará, naturalmente, esta nossa apreciação desfavorável”, explicam.
