Correio da Beira Serra

Prejuízo com cinema ultrapassou os 21 mil euros

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Os números foram revelados anteontem pelo presidente da autarquia, que adiantou também que em 2007 a taxa de ocupação da sala de cinema da cidade se centrou nos 21,6 por cento, com 4765 bilhetes vendidos num total de 122 sessões. Mário Alves lamentou a fraca adesão do público às sessões de cinema, revelando que houve dias em que estiveram apenas 26, 17, oito, sete pessoas e “houve até um dia em que não houve exibição por não aparecer uma única pessoa”.

“Normalmente em Oliveira do Hospital fala-se muito de cultura, mas as coisas são proporcionadas, mas as pessoas esquecem-se de que elas existem”, referiu o presidente da Câmara Municipal, sublinhando também que “se não houvesse projecção de filmes, toda a gente andava a escrever que não havia cinema em Oliveira do Hospital”. “Tivemos aqui um custo social com cinema de quase quatro mil e trezentos contos”, referiu Mário Alves, para de seguida ser contraposto pelo vereador José Francisco Rolo segundo o qual está em causa “uma política cultural do município”.

O autarca revelou-se também insatisfeito com a taxa de ocupação – 29,67 por cento – da sala de cinema por ocasião do segundo Ciclo de Cinema Português promovido pela Câmara Municipal. “Mesmo gratuito, a taxa de ocupação não aumentou muito”, considerou.

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