“Até agora as reuniões de Câmara têm sido pacíficas… tenho que reconhecer que tem havido uma atitude colaborante porque não houve uma única proposta que fosse chumbada no executivo”, salienta o autarca que o PS elegeu, nas últimas eleições autárquicas – e como independente –, para a presidência do município de Oliveira do Hospital.
Salientando o facto de liderar um executivo dialogante – “nós aceitamos as sugestões, estamos abertos à crítica e somos capazes de recuperar algumas propostas e de as mudar”, sublinha –, Alexandrino sustenta também que os seus adversários políticos “têm estado sensibilizados para os problemas do município”.
Explicando que se encontra a viver ainda “uma fase de diagnóstico”, nesta grande entrevista – vai estar disponível a partir da próxima quarta-feira neste diário digital e na versão impressa do Correio da Beira Serra – o autarca do PS, que no sábado recebeu dois jornalistas do correiodabeiraserra.com no seu gabinete de trabalho, dá conta dos avanços que está a promover ao nível de alguns importantes dossiês autárquicos, e até ameaça bater com a porta se o problema dos itinerários complementares 6, 7 e 37 – suspensos pelo Governo – não tiver uma solução à vista.
“Sem dúvida nenhuma de que foi um balde de água fria, mas eu não quero fazer declarações polémicas antes da reunião com o ministro das Obras Públicas. Dependerá muito da decisão dele a posição que eu vou tomar”, sublinhou Alexandrino .
