Correio da Beira Serra

PSD de Tábua acusa executivo autárquico de lhes sonegar informação e de ser incapaz de tomar medidas contra a pandemia

O PSD  de Tábua acusa a autarquia de excluir sempre aquela força política da informação real dos acontecimentos e tomadas de decisões.  “Ficámos pasmados quando recebemos a proposta do Sr. Presidente de adiar a reunião de 26 de Março por ‘não existirem matérias urgentes a tratar’. Depois de inquirir o Sr. Presidente sobre a pandemia que vivemos, respondeu-nos de uma forma seca e arrogante, que “isso não é matéria para ser tratada por nós, mas sim pelo Sr. Presidente da República e o Sr. Primeiro Ministro”. 

Perante estas afirmações, os sociais democratas recordam ainda o que aconteceu a seguir aos incêndios de 2017. “São ainda hoje as pessoas que estão no poder que tinham e têm a obrigação de proteger os Tabuenses! Tardaram a ir ao encontro das vítimas, nada de novo nesta pandemia do COVID-19, o Executivo não funciona e não está preparado para responder às exigências para o qual foram eleitos!”, referem os vereadores Carlos Santos e Victor Melo, acusando o actual executivo de ser “exímios organizadores de festas e convívios, de romarias, definitivamente não têm o dom para combater as calamidades quando confrontados em combate”. “Limitam-se a elaborar belos documentos com planos de contingência e outros que, infelizmente, exclusivamente servem no papel, esquecendo a sua aplicação no terreno, ou não tem capacidade para o executar”, referem. 

Acusam ainda o executivo liderado por Mário Almeida Loureiro de nada fez para ajudar as instituições com altos riscos de contaminação!   “Este Executivo Socialista utiliza todos os meios e todas as oportunidades para fazer propaganda política!  Veja-se, por exemplo, o que se passou nas comemorações do feriado municipal de forma virtual, a capitalização de obras ordenadas pelo Governo, a entrega de viseiras a alguns comerciantes para daí se tirar mais umas belas fotos e fazer-se um lindíssimo texto para as redes sociais e para o boletim municipal”, escrevem. 

Quando a pandemia entrou em Portugal, referem os sociais democratas, era obrigação do Município atempadamente adquirir material de proteção e prevenção. “E, consequentemente, colocá-lo ao dispor das instituições de maior risco de contágio, de enquadrar no terreno um verdadeiro plano de contingência, com os Bombeiros, Lares, Centros de dia e Hospital de Continuados. Não basta fechar a Câmara, colocar funcionários em teletrabalho, fazer outdoors e bonitas publicações na internet, é preciso muito mais para defender os Tabuenses! A ação social tinha de ser reforçada, a compra de Material tinha de ser uma prioridade, tudo isto para preparar os Tabuenses para uma guerra contra esta pandemia!”, concluem.

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