O autarca de Seia, Carlos Filipe Camelo, diz que esta posição é “um sinal” que o município quer dar relativamente aos “esforços para conter as despesas correntes”.
Explicando que Seia “não é imune” à actual atual conjuntura económica do país, Filipe Camelo salienta também que “as fortes restrições financeiras continuam a impedir que a câmara concretize com mais eficácia e rapidez, muitas das obras em curso, e levem ao adiamento de novos investimentos”.
O autarca eleito pelo PS mostra-se ainda preocupado com “as enormes dificuldades” que se adivinham, mas garante estar determinado em “levar por diante as obras projectadas projetadas e concretizar os objectivos objetivos definidos para este mandato”.
