Documento sobre o que se passou nos seis incêndios com vítimas mortais diz que houve “anarquia” no uso do contrafogo, ordens desrespeitadas e deficiências no equipamento onde, sublinha-se, não se pode “poupar no preço”.
Estas são algumas das conclusões do relatório preliminar do Centro de Estudos sobre Incêndios Florestais, ligado à Faculdade de Ciências e Tecnologias de Coimbra. O ministro Miguel Macedo anunciou, na tarde de domingo, que deverá divulgar uma parte da versão final do relatório, nesta segunda-feira, mas apenas a relativa à análise dos grandes incêndios florestais deste ano.
O governante justificou a reserva quanto à segunda parte, referente a cada um dos incidentes mortais, pelo facto de ter “outras consequências” que obrigam a uma avaliação “com mais minúcia”.
Porém, o documento, com 27 páginas, analisa seis acidentes que causaram a morte a nove pessoas, oito das quais bombeiros. Sobre cada caso, a equipa de oito especialistas, liderada por Xavier Viegas, faz um relato do que aconteceu.
Com: publico.pt
