“O objectivo era reconstrui-la com o apoio do PARHP. Mas, mais tarde, a obra parou. Levaram as pedras e as cinzas. Não ficou nada. A CCDR Centro, explica a MAAVIM, veio dizer que os fastos por demolir a casa e levar as pedras que não arderam, foram mais de 50 mil euros. Mas e depois disso?”, questiona Nuno Tavares Pereira, porta-voz da MAAVIM, dando de imediato a resposta: “Valdemar Carvalho teve de ficar a habitar num lar, onde tinha de pagar para estar. Facto estranho, porque poderia estar em sua casa, que foi demolida sem o seu consentimento”, explica.
“E agora partiu. Sem ver a sua casa. Sem ver ser-lhe feita justiça. Essa tardará, mas acreditamos que chegará. À família os nossos sentimentos e a resposta de que não esqueceremos o Sr. Valdemar que sempre perguntava como estavam as obras. Que descanse em Paz. A obra há-de chegar”, conclui.
