numa reacção ao facto de Jorge Carvalho ter impugnado o acto eleitoral, do qual saiu derrotado o jovem social-democrata Nuno Caetano.
Vencedor das eleições de 26 de Abril, Veloso confessa-se “magoado com o facto de quererem tapar o sol com a peneira”, quando “o importante foi o voto dos militantes”. Enquanto conhecedor dos estatutos, diz não ver razões para a impugnação, mas sublinha que caberá ao Conselho de Jurisdição decidir. Por agora confessa que lhe dá “vontade de rir”, porque “os resultados são mais do que óbvios”.
Delegado da lista B garante “haver motivo para impugnação”
Negando ter dito que não se revia no teor da impugnação apresentada por Jorge Carvalho, o delegado da Lista B na mesa de voto referiu ao CBS que no que respeita à inexistência de um caderno eleitoral que permitisse controlar o decorrer da eleição, “há motivos para impugnação”. Nuno Tavares Pereira revelou que o acto eleitoral decorreu com base numa listagem de militantes recepcionada via e-mail e endereçada pela distrital JSD, possibilitando o voto de jovens que não constavam da referida lista. “Há quatro miúdos que votaram que não estavam na lista”, contou.