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Arrancou a quarta fase do projecto Sistema Integrado de Videovigilância para a Prevenção de Incêndios Florestais

A Comunidade Intermunicipal (CIM) da Região de Coimbra realizou, hoje, uma visita à torre do Cabeço da Ortiga, no Município da Lousã, assinalando desta forma o início da quarta fase do projecto Sistema Integrado de Videovigilância para a Prevenção de Incêndios Florestais. Este sistema tem um custo total de 3,3 milhões de euros, financiados a 75 por cento por fundos europeus, inclui, entre outros,  37 torres e igual número de sistemas de detecção e 39 centros de gestão e controle.

“Neste momento há uma cobertura de 50 por cento do projecto relativamente à área a que a CIM Região de Coimbra se propôs a garantir com a sua implementação”, afirmou o secretário executivo da CIM Região de Coimbra, Jorge Brito, que durante a visita, que contou com a presença da Directora Regional do ICNF, do Comandante Regional do Centro ANEPC, o presidente da AGIF, o 2.º Comandante Operacional Distrital de Coimbra e do 2.º Comandante Distrital da GNR, fez uma exposição sobre o estado de maturidade do projecto.

O sistema prevê no total a instalação de 37 câmaras de videovigilância: 20 em zonas florestais dos 19 municípios da Região de Coimbra e 17 nos 14 municípios da Região Viseu Dão Lafões. Actualmente, na Região de Coimbra, dez das 20 câmaras já estão instaladas e as restantes vão ser instaladas até ao mês de Julho, oferecendo “suporte à decisão”, visto que é um sistema moderno que “permite quer a detecção humana, por assim dizer, quer uma detecção automática”.

Segundo o presidente da Câmara Municipal da Lousã, Luís Antunes, a implementação deste projecto é um “momento significativo” relativamente à “criação das condições de preservação de um dos principais patrimónios, no caso património ambiental, naquilo que diz respeito à mancha florestal”. “Todos os incêndios quando começam são pequenas fogueiras e, portanto, é efectivamente um sistema que não tem a ver com a prevenção, claramente tem a ver com a detecção, mas com a detecção precoce dos eventos que possam vir a acontecer”, disse, por seu lado, o vice-presidente do Conselho Intermunicipal da CIM Região de Coimbra, Luís Paulo Costa.

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