… as praias fluviais do concelho nesta época balnear, que abriu dia 1 de Junho e prolonga-se até 30 de Setembro.
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alientando que o processo de análises – com periodicidade quinzenal – começa a ser desencadeado na próxima semana, a delegada de saúde disse estar convicta da inexistência de problemas, uma vez que “com estas chuvas, a qualidade da água deve estar boa”.
Na época balnear de 2008, o Ministério do Ambiente apenas classificou como “zonas balneares” as praias fluviais de Alvôco das Várzeas e de Avô, o que significa que nas restantes zonas – consideradas como “zonas em estudo” –, é, à luz da legislação, “desaconselhada a prática de banhos”.
Contudo, Guiomar Sarmento frisou a este diário digital que as restantes zonas balneares não classificadas – como S. Gião, Ponte das Três Entradas, Caldas de S. Paulo e S. Sebastião da Feira –, também vão ser “vigiadas em termos de saúde pública”, dado tratarem-se de zonas de recreio e lazer com grande afluxo de veraneantes.
Ainda de acordo com a responsável por aquele organismo de saúde pública, a praia de Alvôco das Várzeas foi a que apresentou, durante o ano de 2007, “melhor qualidade da água”.
Sobre a rainha das praias – Avô –, Guiomar Sarmento salientou que os serviços irão estar particularmente atentos na vigilância da qualidade da água da piscina para crianças que integra aquela zona balnear.
Quanto às chamadas zonas em estudo, a delegada de saúde referiu que a sua classificação como “zonas balneares” “não depende só de um organismo e há pareceres de várias entidades”. Porém – notou – é fundamental que essas zonas de lazer ribeirinhas tenham uma qualidade da água de acordo com os parâmetros exigidos pela legislação, bem como os chamados “apoios de praia”.
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