
É que na opinião do vereador socialista está em causa “um projecto interessante”, pela possibilidade de produção de energia “para nós e para os outros”.
Sem dar qualquer informação sobre o projecto em concreto, muito menos sobre conversações que pudessem já ter existido entre os autores do mesmo e o município, Mário Alves acabou por ironizar afirmando que “parece que o país vive da febre das renováveis”. Justificou, contudo, a afirmação com o argumento de que através das renováveis “não se consegue produzir mais de seis a sete por cento da energia consumida”. O autarca deu ainda conta de “outro problema”, questionando: “quando não há consumo o que é que se faz com a energia? Por exemplo, durante a noite qual é o aproveitamento que se faz da energia?”. Esclarecendo que não está a par do funcionamento dos sistemas, o vereador José Francisco Rolo disse acreditar na existência de acumuladores de energia para os períodos de não consumo.
O presidente do município oliveirense não encerrou o tema, sem antes referir que “as renováveis são importantes”, notando que “quanto mais renovável, menos petróleo”.
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