Paulo Rangel acredita que a população de Oliveira do Hospital está “sedenta de uma mudança para o concelho” e que isso vai ficar demonstrado nas próximas autárquicas. O eurodeputado lembrou que “Oliveira do Hospital já foi uma potência industrial no país” e hoje, “depois de três mandatos de gestão do PS, está em declínio, em regressão”. Para mudar este cenário, frisou, é preciso mudar a linha política que tem comandado o município.
“O projecto da equipa liderada por Francisco Rodrigues visa colocar Oliveira do Hospital outra vez na frente. Este candidato é aquilo que podemos designar por ‘um fazedor’. Sabe executar. Conhece os meios que deve utilizar. Além disso é uma pessoa com visão”, referiu o vice-presidente do Parido Popular Europeu, acrescentando que raramente se encontra um projecto com medidas tão estruturadas como programa da equipa de Francisco Rodrigues”. “Os oliveirenses têm de escolher se querem continuar neste ‘ram..ram..’ ou mudar para algo que transforme Oliveira do Hospital numa referência”, frisou.
Paulo Rangel apontou ainda “duas apostas pela simbologia para o futuro” deste concelho do distrito de Coimbra. Uma delas “é o Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) que não serve o país e muito menos serve os concelhos, como o de Oliveira do Hospital, que são baseados na iniciativa privada, na pequena e média empresa, no empreendedorismo dos cidadãos que foram completamente postos de lado neste plano”. “Não está pensado para renovar o tecido industrial, está preparado para o investimento público, concentrado no litoral, e que não é reprodutivo”, acusou.
A Escola Superior de Tecnologia de Gestão, do Instituto Politécnico de Coimbra, é, no entender de Paulo Rangel, outro “dos grandes factores de dinamização da vida económica, empresarial, cultural e social da região e é o grande parente esquecido do Politécnico de Coimbra, porque a câmara nada faz”. “Não houve capacidade para a dotar de instalações dignas e funciona há mais de 20 anos no quartel dos bombeiros, apesar de ser uma escola, que em muitos dos seus cursos, tem empregabilidade de 100 por cento e está sempre a adaptar-se às necessidades locais”, concluiu.
