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E o inevitável aconteceu… derrota de Rodrigues Gonçalves e do PS

Rodrigues Gonçalves diz que vai seleccionar perguntas ao executivo de Oliveira do Hospital

O presidente da mesa da Assembleia Municipal (AM) de Oliveira do Hospital prometeu na última reunião que vai passar a filtrar as questões que os deputados municipais venham a colocar à autarquia para evitar perguntas que, no seu entender, constituem uma interferência no poder executivo e, no limite, podiam obrigar a Câmara a parar só para responder. Rodrigues Gonçalves referia-se concretamente ao eleito António Lopes que nos últimos tempos realizou vários pedidos de esclarecimentos à equipa liderada por José Carlos Alexandrino.

“Se houvesse mais como o sr. primeiro eleito, a Câmara teria de parar 15 dias só para satisfazer esses pedidos. A partir de agora vou seleccionar as perguntas, porque ainda sei distinguir o que é legal e ilegal”, explicou Rodrigues Gonçalves.

António Lopes fez saber ao actual presidente da AM que não precisa que lhe ensinem o que pode ou não perguntar. “Não é o senhor que me vai ensinar como fazer oposição. Faça a gestão que entender. As autoridades competentes vão analisar depois se as perguntas devem ou não ser colocadas e respondidas”, referiu aquele deputado municipal que prometeu enviar para a Comissão de Acesso aos Documentos Administrativos (CADA) e para a Inspecção Geral de Finanças (IGF) as poucas linhas que serviram para responder a mais de uma dezena de questões que colocou recentemente.

Quando recebeu as respostas por escrito, António Lopes, garantiu, desde logo, que ia enviar aqueles dados para as autoridades competentes. “Só quero exercer as minhas funções e esclarecer o que há a esclarecer. Eles [executivo da Câmara] insistem em dizer o que querem. Eu insisto que têm que cumprir a lei. Sendo assim, as perguntas e as respostas seguem para a CADA e IGF”, frisou na altura aquele deputado.

O presidente da autarquia José Carlos Alexandrino, por seu lado, salientou que não tinha nada a temer e mostrou disponibilidade para aceitar uma comissão de acompanhamento da AM, constituída por todos os partidos, sobre qualquer assunto. “Os documentos têm ido e nós ainda aqui estamos. Eu e os membros do meu executivo estamos aqui de consciência tranquila”, rematou o autarca.

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