O presidente do PSD, Rui Rio, reafirmou na Guarda o “inequívoco” apoio à recandidatura do actual presidente da Câmara daquela cidade, desvalorizando a possível candidatura, enquanto independente, do presidente demissionário da concelhia. O presidente do PSD esteve na Guarda para a realização do conselho nacional, que já não acontecia nesta cidade desde o dia 31 de Março de 1979, na altura, sob a liderança de Francisco Sá Carneiro.
“O PSD fez uma escolha legítima, só há um candidato, cada partido só apresenta um candidato, e o candidato que apresentamos é Carlos Chaves Monteiro que tem o apoio, quer da distrital, quer da comissão política nacional”, afirmou Rui Rio.
O líder do PSD disse que a situação da Guarda “não é a única” no partido, “nem única nos partidos todos”, uma vez que disse que “há sempre concelhos onde há quem queira ser, e só pode ser um”. “E, aqui, é inequívoco que o actual presidente da câmara é o candidato do PSD à Câmara da Guarda. O presidente da concelhia, queria ser ele, resolveu demitir-se, pronto, está no seu legítimo direito”, disse.
Rui Rio reconheceu que “a desunião não ajuda nada, a união ajuda mais, mas há desuniões e desuniões” e, segundo informações que disse ter, “o peso eleitoral do anterior presidente da concelhia é muito escasso e, aparentemente, não influencia assim tanto o resultado como se possa pensar”.
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