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1º Grande Prémio de Pesca Desportiva em Penalva de Alva reuniu mais de cem participantes

… de concorrentes na margem esquerda do rio Alva em Penalva de Alva e Caldas de S. Paulo. O evento, organizado pelo Clube Caça e Pesca de O.H., contou com a colaboração do Inatel, Junta de Freguesia e Câmara Municipal.

Segundo Luís Pedro Alcântara, mentor da iniciativa e elemento do Caça e Pesca, a intenção era juntar neste convívio pescadores de vários pontos do País, o que foi amplamente conseguido. -“Da parte da Câmara Municipal houve bastante abertura para que este encontro tivesse lugar na região; mais do que um concurso de pesca, foi importante a vinda das pessoas que gostam do contacto com a Natureza e deste tipo de desporto”.

Na opinião do Pedro Alcântara, “…é de lamentar que na nossa zona, cruzada por vários rios, não exista uma pista de pesca; sendo Penalva um lugar privilegiado, com as melhores condições para o efeito, a aposta, da nossa parte, não podia ser outra”.

Os concorrentes, que representavam os clubes da especialidade, em grupos de quatro elementos foram distribuídos por quatro zonas e disputaram duas provas, uma colectiva e outra individual. -“ Toda a gente pesca, mas um bom pescador diferencia-se dos outros quando é capaz de “ler “ o leito do rio de forma astuta, e perceber as correntes para assim apresentar o isco ao tipo de peixe que se quer pescar.

Um bom pescador não mata, não é um assassino, captura e devolve ao rio; respeita os tamanhos das espécies quando guarda para si um ou outro exemplar, de outro modo o peixe começa a escassear, como já acontece, e algumas espécies deixam mesmo de existir.

Nos concursos o peixe apanhado fica nas “mangas” dentro de água, no final é pesado, e depois devolvido ao seu meio ambiente”. O isco vivo utilizado neste domingo não era do “agrado “ dos peixes do rio Alva, ou então, como a fauna não é o que era noutros tempos, como refere Pedro Alcântara, os resultados estiveram longe do que se esperava.

Como “capitão” do Caça e Pesca, confessa-se satisfeito com a participação dos concorrentes, sobretudo dos que vieram de longe, “…até de Guimarães!”, e espera por melhores pescarias, para si e para o Clube durante a campanha na 1º divisão da especialidade, onde está integrado.

Daniel Correia, secretário da Direcção do Caça e Pesca, foi o cicerone do Correio da Beira Serra numa manhã de intenso movimento associativo; através dele chegámos à fala com José Calado, da equipa VEGA, campeão nacional de clubes e vice campeão mundial, também de clubes – honrosa classificação alcançada em Junho passado, em França.

Calado valoriza estes encontros pelo “ excelente convívio, sem a preocupação dos resultados finais; a grande competição é durante os campeonatos, e não aqui…”.

Estudante do 2º ano do curso de Engenharia Civil na ESTGOH, Carlos Figueiredo veio de Mortágua para representar uma equipa local. Considera-se encantado com as condições adjacentes ao rio, mas lamenta: “…há pouco peixe e o que se apanha é miúdo…”.

Para a história deste 1º Grande Prémio, ficam os nomes dos premiados: No sector A, o vencedor foi José Mendes do clube “VEGA” com 310 gramas de pescado; no B, Vítor Pais, dos “Ladrilhos Ferreira”, com 420 gramas; no C, Luís Almeida, do “VEGA”, com 500 gramas; no D. João Vale, do “Bordalo”, com 650 gramas.

Por equipas, as cinco primeiros classificadas: 1º,”CELPESCA”, 2º, “Ladrilhos Ferreira”, 3º “VEGA, 4º “C. Poiares”, 5º “Bordalo”.

Carlos Alberto

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