“APAL SIM: Águas Públicas em Altitude – Serviços Intermunicipalizados” já se encontra a funcionar desde o início do mês, apesar da oposição da Câmara Municipal da Guarda ter reprovado a estrutura proposta para o conselho de administração daquela estrutura apresentada pelos autarcas dos municípios que integram a empresa.
A criação desta entidade tem o propósito de promover uma gestão financeira e operacional conjunta, que, segundo os autarcas, permitirá responder de forma mais eficiente, eficaz e económica às necessidades de abastecimento de água para consumo humano, de saneamento de águas residuais urbanas e de águas pluviais, das populações destes municípios. Outro benefício que resultará, certamente, da agregação dos quatro municípios será a possibilidade de captar fundos comunitários para melhorar a rede de infra-estruturas de água e saneamento.
O Sistema de Gestão de Águas Públicas em Altitude (APAL SIM), irá funcionar na Guarda (sede), e, oportunamente, serão criadas delegações em cada um dos municípios.
Quanto ao impasse que se vive sobre o conselho de administração, a vereadora do PS, Adelaide Campos, diz que se resolve de forma imediata, se o presidente de câmara, eleito por uma lista de independentes, decidir falar com a oposição. O vereador do PSD Chaves Monteiro considera este impasse da exclusiva responsabilidade do presidente da câmara. O presidente da CM da Guarda, Sérgio Costa, por seu lado, diz que a oposição na câmara anda a “brincar à política” e acusa os vereadores do PS e PSD de continuarem a comportarem-se como uma força de bloqueio.
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