Empresas agrícolas e habitações foram destruídas pelas chamas lamentou hoje o presidente da Câmara Municipal de Mangualde. “A nossa preocupação é a das pessoas que estão sem os seus bens e muitas delas vivem daquilo que deixaram de ter. Há terrenos, empresas agrícolas que foram consumidas pelas chamas, há pessoas que estão sem habitações”, afirmou Marco Almeida.
O presidente da autarquia disse ainda que, pelas 10h30, a “situação é mais calma, mas de um momento para o outro a situação piora”, já que o incêndio no concelho “continua com várias frentes activas”. “A nossa prioridade neste momento é salvar vidas e salvar as habitações. A seu tempo, iremos fazer o levantamento, juntamente com os presidentes de junta”, acrescentou.
Este fogo deflagrou em Miuzela, concelho de Penalva do Castelo (distrito de Viseu), pelas 00h15 de segunda-feira, e propagou-se para Mangualde, mobilizando, cerca das 10h30, 179 operacionais com 49 veículos e três meios aéreos.
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