Uma mulher, 43 anos, que não sabia ler nem escrever foi apanhada a receber instruções à distância enquanto fazia o exame teórico de condução no Centro de Exames de Tábua. Segundo o Correio da Manhã, a mulher estava equipada com uma câmara de vídeo dissimulada numa bandolete, um telemóvel e um aparelho de internet.
O caso, investigado pela PJ do Centro, passou-se em 2019 e a mulher foi agora acusada pelo Ministério Público de Coimbra da prática de um crime de falsidade informática na forma tentada, em co-autoria com o instrutor de condução, que alegadamente a ajudou, e a própria escola, que a propôs a exame.
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