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Obras na EN232 só deverão avançar no terreno em 2027, diz presidente da Câmara de Manteigas

O presidente da Câmara Municipal de Manteigas, Flávio Massano, esclareceu hoje que a intervenção definitiva na EN232 só deverá ter obra física em 2027, uma vez que até lá terão de ser concluídos os estudos, os projectos e os procedimentos de contratação pública da empreitada.

A explicação foi deixada numa publicação na sua página de Facebook, na sequência de uma notícia do Jornal do Fundão que apontava para um custo superior a meio milhão de euros para a reparação da via. Segundo o autarca, o valor de cerca de 500 mil euros referido anteriormente não corresponde à intervenção definitiva na estrada nacional, mas apenas a uma solução alternativa temporária destinada a garantir um acesso provisório.

Essa alternativa, explica o autarca, prevê a recuperação do caminho de Campo Romão, com o arranjo da plataforma e aplicação de uma camada em “tout-venant” e outra em betuminoso, permitindo criar um acesso provisório enquanto não avança a intervenção na estrada nacional.

Flávio Massano salientou ainda que a obra na EN232 será da responsabilidade da Infra-estruturas de Portugal, razão pela qual o município não pode avançar com estimativas sobre o custo final da intervenção. “Nunca poderia falar de valores sem sequer ter conhecimento da opção que será tomada para o futuro”, afirmou.

Ainda assim, o autarca admite que há dois pontos que parecem já claros. “Duas coisas parecem certas: a primeira é o facto de tudo apontar para que só em 2027 venhamos a ter obra física na EN232, tendo que, até lá, fechar todos os estudos, os projectos e a contratação pública da empreitada; a segunda é a de que seja qual for a solução, terá um custo muito superior aos 500 mil euros apontados pela notícia face à complexidade da situação”, acrescentou.

Quanto à alternativa temporária, Flávio Massano adiantou que os pareceres necessários já foram solicitados às entidades competentes, devendo haver novidades em breve. Entretanto, o município está a prosseguir trabalhos provisórios, nomeadamente a limpeza de valetas e a aplicação de “tout-venant” nas zonas mais degradadas do caminho, intervenção autorizada pelos proprietários dos terrenos, uma vez que não se trata de uma estrada municipal.

O autarca garante que a autarquia continuará a trabalhar para assegurar uma alternativa viável no mais curto espaço de tempo, procurando evitar decisões precipitadas que possam criar novos problemas no futuro.

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