Portugal, país com quase nove séculos de existência, bateu no fundo, desmoronou-se por completo, perante os “abutres” internacionais e muitos “aliados e amigos”.
Sem políticos experientes e patriotas, capazes de fazer frente aos ataques meticulosos à nossa nacionalidade, por parte de interesses internacionais e colonialistas, ávidos da riqueza alheia, onde vale tudo para “expropriar” o que levou tantos séculos a construir. Fomos e somos presa fácil, devido aos Judas que proliferam neste país.
Traições sempre existiram, mas hoje em dia, com tanta informação, é de uma profunda ignorância, não descortinar o trajecto e o currículo dos traidores à pátria.
Vendem-se por lugares e tachos, em proveito próprio, capazes de todas as ignomínias, que causaram e causam males irreparáveis na nossa sociedade, bem como aos valores humanistas.
Andando para trás na história e não precisamos de ir muito longe, para encontrarmos a célula cancerígena que alastrou e deu origem a este cancro monstruoso, que corrói as nossas vidas.
Recuamos ao ano de 1974, dias 19,20 e 21 de Abril. Em Megève, França, onde se reuniram várias personagens importantes no xadrez mundial, no hotel “du Mont D Arbois”, propriedade de Edmond Rothschild, onde foi tomada a decisão de desencadear a revolução portuguesa.
Primeiro passo, libertar a marinha de guerra portuguesa, que deveria estar em exercícios da NATO no dia 26 de mesmo mês, possibilitando, assim, que esta pudesse estar ancorada em Lisboa no dia 24 para assegurar, com a força dissuasora dos seus canhões, a concretização do “golpe” planeado nessa reunião.
Eram muitos os quadrantes políticos internacionais. Interessados no desmembramento do império colonial português, morto que estava Salazar, temido pelas grandes potências, pela sua superiora visão dos problemas mundiais, escolho intransponível, devido ao seu elevado grau de nacionalismo, só fomentando uma mudança de regime, seria possível derrubar Portugal e as suas políticas.
Numa cimeira nos Açores, entre Pompidou, Nixon e Marcelo Caetano, foram oferecidos milhões de dólares, em troca da independência dos territórios ultramarinos.
A cobiça capitalista e marxista, precipitou os acontecimentos, promovendo o aparecimento de “movimentos de libertação” que visavam única e simplesmente trocar um colono por outro, o que veio a acontecer, culminando em décadas de guerra civil, alimentando uma desunião, distraindo os olhares dos roubos descarados que faziam, por exemplo. 500 Mil barris de petróleo por dia e o povo desaparecendo no meio de campos minados.
Não existiram movimentos de libertação, mas sim grupos subsidiados por grandes potências, no sentido de extrair as riquezas que os portugueses nunca souberam fazer.
A esquerda tomou conta dos destinos desses territórios, basta olhar os programas ideológicos desses “movimentos” , como se isso não bastasse, instalaram-se, com a cumplicidade de dirigentes da mesma equação politica, em Portugal, franqueando portas a todo o gato e sapato que quisesse entrar.
Obviamente que têm as costas quentes do movimento globalista, que visa, destruir civilização ocidental e os valores humanistas, criando uma nova forma de escravatura.
Se duvidas ainda houvesse, bastaria atentar no que aconteceu depois do segundo conflito mundial e das opções tomadas após o mesmo.
O que está a acontecer em Portugal e por toda a Europa, não é mais do que o resultado da politica de terra queimada, instituição da miséria, da fome e da carência, com a finalidade de se apoderarem do poder para assim, satisfazerem os seus caprichos desmedidos.
O golpe de estado iria destruir a coesão do país, possibilitando tomar o poder e apoderar-se das colónias, extraindo as suas riquezas naturais em proveito próprio.
Tsunami de cariz ideológico, virado à esquerda, que se propagou ao Portugal actual, com as consequências que todos nós constatamos e que nos afasta das nossas origens.
Deram cabo das colónias, focando nos 50 anos que se seguiram, até à actualidade, em destruir a nossa economia.
Nunca mais se ouviu falar de Setenave, Lisnave, Sorefame, Conservas, Pescas, Agricultura e tantos outros casos, que acabaram por cair no esquecimento, por conveniência do regime.
Convém lembrar a forma com António Costa chegou ao poder, sendo que a partir daí, os casos sucederam-se em catadupa, uns atrás dos outros, iniciando-se em 2007, a traição ao povo português ,com acordos firmados com países orientais e nas nossas costas.
Eu trabalhei, descontei, fiz o meu serviço militar como muitos milhões de portugueses a um país chamado Portugal e em troca, recebemos uma esmola para sobreviver, por pouco tempo claro, enquanto outros, os tais, recebem o que a maioria nunca aspirou receber, invadindo um país, em condições deficitárias, porque os senhores que nos empurraram para a EU, assim o decidiram. Tudo premeditado!
Dividiram o povo e agora reinam a seu belo prazer.
Autor: Fernando Roldão
Texto escrito pelo antigo acordo ortográfico
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