A ministra da Coesão Territorial, Ana Abrunhosa, afirmou ontem que faz parte de um “dos Governos mais centralistas” que o “país já teve” e que esse centralismo se acentuou com a pandemia “inevitavelmente”. Este aspecto não impede Abrunhosa de se recandidatar pelo PS no círculo de Castelo Branco.
“Faço parte dos Governos mais centralistas que o nosso país já teve, o nosso primeiro-ministro reconhece isso, e esse centralismo acentuou-se com a pandemia, inevitavelmente”, afirmou a ministra que falava na cerimónia de evocação dos 20 anos do Douro Património Mundial da UNESCO, que decorreu em Lamego, Viseu.
“O que o Douro e todo o território tem que reclamar é um Estado menos centralista, e que no Governo, no Conselho de Ministros tenhamos mais país”, salientou, referindo que não se pode continuar a ver o país com “as lentes de Lisboa”. Abrunhosa falou sobre as duas décadas de Douro Património Mundial, período em que apesar de “todos os avanços” o território “tem vindo a perder população”.
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