A sexta edição do Grande Prémio Internacional Beiras e Serra da Estrela de ciclismo vai decorrer de sexta-feira a domingo, com três etapas, menos uma do que em 2023, num total de 517,4 quilómetros cronometrados. A prova organizada pela Associação de Municípios da Cova da Beira, com a ENERAREA, atravessa todo o território beirão e serrano, contando com a presença de 133 corredores, de 30 países, distribuídos por 19 equipas, de seis países: Portugal, Espanha, Marrocos, Croácia, Roménia e Filipinas.
A primeira etapa, na sexta-feira, a ligar Trancoso a Mêda, numa distância de 198 quilómetros, com dois prémios de montanha e duas metas volantes (passando por Fornos de Algodres, Celorico da Beira, Vila Franca das Naves, Souropires, Pinhel, Almeida, Castelo Rodrigo, Figueira de Castelo Rodrigo, Coriscada e Marialva). Na segunda etapa, no sábado, o pelotão parte de Belmonte e corta a meta 148,4 quilómetros depois, no Sabugal, em dia menos acidentado, antes da etapa rainha da corrida (passando por Caria, Covilhã, Tortosendo, Fundão, Alcaide, Alpedrinha, Castelo Novo, Orca, Penamacor, Meimoa e Santo Estevão). No domingo, a derradeira etapa, com 171 quilómetros parte de Manteigas e termina na Covilhã. Nesta etapa, o pelotão passa pelas Penhas da Saúde, contagem de montanha de segunda categoria, a caminho da Torre, de primeira categoria, em plena serra da Estrela, que deverá decidir a classificação final ( passa por São Romão, Seia, Gouveia, Folgosinho, Videmonte, Guarda, Vale de Estrela e Valhelhas).
“A beleza deste território conjuga-se com a sua dureza. Desde logo, a 1ª etapa apresenta duas montanhas de 3ª categoria, sendo a maior exigência os cerca de 200 km para cumprir. No segundo dia de prova conseguimos ter uma etapa maioritariamente plana e deixámos para o final a etapa das decisões, a mais difícil, com subida à Torre na Serra da Estrela. Estamos perante uma região com muito potencial para a modalidade”, resumiu o director da corrida, Carlos Pereira.
“À semelhança do que aconteceu nas anteriores edições, prevemos um impacto económico muito forte na região, suportado por uma equipa com mais de meio milhar de pessoas, nove mil refeições, três mil dormidas directas, o que significa que estamos empenhados em fazer de 2024 um ano marcante na história da prova”, declarou o presidente da Associação de Municípios da Cova da Beira e da CM de Pinhel. “Esta corrida tem a ambição de crescer e de se tornar uma das referências europeias. Um dos objectivos passa por atrair as melhores equipas para estagiarem e fazerem a preparação de outras competições na região das Beiras e da Serra da Estrela”, ambicionou Rui Ventura, presidente da Associação de Municípios da Cova da Beira”, concluiu o líder do organismo que tem como associados os municípios de Almeida, Belmonte, Celorico da Beira, Figueira de Castelo Rodrigo, Fornos de Algodres, Fundão, Guarda, Manteigas, Meda, Penamacor, Pinhel, Sabugal e Trancoso.
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