A provedora da Santa Casa da Misericórdia de Tábua, Sandra Mêna, rejeitou as críticas da CDU/Tábua sobre uma alegada proibição de pausas para ingerir alimentos simples, como fruta ou pão, assegurando que esta prática sempre foi respeitada na instituição.
Citada pelo jornal “O Tabuense”, Sandra Mêna frisou que “desde sempre, todos os colaboradores desta Misericórdia usufruíram dos respectivos tempos de pausa e os actuais responsáveis mantêm a boa prática”, reafirmando o compromisso da Mesa Administrativa com o bem-estar dos trabalhadores.
No comunicado, a CDU/Tábua, recorde-se, acusou a Santa Casa de não reconhecer as exigências físicas das funções desempenhadas, em especial no apoio directo aos utentes, e defendeu que pequenas pausas são essenciais para manter níveis adequados de energia e bem-estar. “Estes trabalhadores dão o seu corpo para garantir o bem-estar dos utentes”, sublinha a Coligação, considerando incompreensível e injustificada a suposta decisão da instituição. O comunicado acrescenta que a maioria das empresas permite pausas curtas por contribuírem para a saúde, produtividade e satisfação dos colaboradores.
A CDU/Tábua aponta ainda que os salários praticados não acompanham o aumento do custo de vida e acusa a Santa Casa de, em vez de melhorar as condições laborais, criar novos obstáculos para os trabalhadores.
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