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CIM Coimbra conta com mais de um milhão de euros para investir na transição energética

A Comunidade Intermunicipal da Região de Coimbra (CIM Região de Coimbra) tem mais de um milhão de euros para investir na transição energética ao abrigo do programa “C-REST”. O contrato com o Banco Europeu de Investimento (BEI) foi assinado ontem, na sede da CIM Região de Coimbra, e permitirá aos 19 municípios que integram a CIM Coimbra beneficiar de apoios que ajudem a mitigar os efeitos das alterações climáticas, como a promoção da utilização de energias renováveis.

O C-REST é o único projecto de uma CIM que integra o programa European Local Energy Assistance (ELENA), um mecanismo criado pela Comissão Europeia e implementado pelo BEI. Este programa financia assistência técnica em custos de preparação dos investimentos que vão ajudar a concretizar, a nível territorial, investimentos em eficiência energética, no horizonte de três anos.

“Temos de encontrar soluções para mitigar o problema das alterações climáticas. A eficiência energética é um dos caminhos”, assumiu o vice-presidente da CIM Região de Coimbra, Luís Paulo Costa. O também autarca de Arganil frisou que este “é um contrato essencial para a região”. “A transição energética representa uma enorme oportunidade para a criação de emprego”, recordou. A premissa, na óptica do responsável, é “fazer mais e melhor para uma região mais verde e sustentável”, assegurou.

A secretária de Estado da Energia, Maria João Pereira, por seu lado, afirmou que “o trabalho do poder local junto da população é crucial” para alcançar as metas da descarbonização e da intensificação do uso de energias renováveis. “Nunca podemos esquecer que no centro disto tudo estão os cidadãos”, disse Maria João Pereira, defendendo a importância de “transformar cada cidadão num produtor consumidor” de energia, “rumo à neutralidade carbónica em 2045”, como define o actual Governo, antecipando em cinco anos a anterior meta, que era 2050.

O secretário executivo da CIM, Jorge Brito, explicou ainda que o contrato de financiamento consagra um custo elegível de 1.050.000 euros. “Em termos de governança, a CIM terá de operacionalizar com todos os municípios”, adiantou.

 

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