A fonte lembra que, na Guarda, “o Carnaval tem assumido a forma e a ‘celebração’ no ‘Julgamento e Morte do Galo’, como uma das manifestações populares de expiação, excesso e crítica, mas sempre purificadora, mais características e diferenciadoras” de todo o país.
“A queima do galo é o auge e representa a efectiva renovação. São assim expiados os pecados da sociedade, ardendo e representando a renovação da esperança. Este ritual marca o final do período de folia, aproximando-se assim a Quaresma, época de penitência e oração”, acrescenta.
Segundo a nota, o Carnaval da Guarda tem assumido, nos últimos anos, com o “Julgamento e Morte do Galo”, uma dimensão popular, “cujo sucesso determina enormes aglomerações de pessoas que, apesar do frio da época, saem à rua como participantes”.
Ainda de acordo com a autarquia, “mais de 1.200 pessoas de todas as freguesias da Guarda, actores e músicos”, dão corpo ao desfile e julgamento do Galo que, nas edições realizadas, tem atraído milhares de visitantes.
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