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O Correio da Beira Serra de novo on-line

Direito de resposta à notícia publicada no “Correio da Beira Serra”, datada do dia 1 de Abril com o Título “ ARROGA-SE RESPONSÁVEL DA ASTRAZENECA E TENTA “BLOQUEAR” HOTEL EM MIDÕES”. 

Direito à resposta à notícia do jornal O Tabuense que foi também publicada na edição on-line do “Correio da Beira Serra”, datada do dia 1 de Abril com o Título “ARROGA-SE RESPONSÁVEL DA ASTRAZENECA E TENTA “BLOQUEAR” HOTEL EM MIDÕES”.

Ex.mos Senhores 

Junto envio o meu direito à resposta, nos termos do disposto nos art.24 e ss. da lei da Imprensalei n.2/99 de 13 de janeiro, a qual deve ser publicada no prazo de dois dias a contar da receção, devendo ser a publicação da resposta ser efetuada na mesma seção, incluindo nas plataformas online com o mesmo relevo e apresentação do escrito que a provocou, sem interpolações ou interrupções, devendo ser precedida da informação de que se trata de direito de resposta, da mesma forma que deve ser inserida na primeira página, da edição na qual vai ser publicada, uma nota de chamada com a devida saliência, anunciando a publicação da resposta e o número de página

Sem outro assunto de momento

Dr. Hugo Filipe Gonçalves Gomes da Silva 

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Eu, Hugo Filipe Gonçalves Gomes da Silva, venho por este meio exercer o direito que me assiste de resposta referente à notícia que foi publicada na edição Correio da Beira serra, datada do dia 1 de abril com o Título ARROGASE RESPONSÁVEL DA ASTRAZENECA E TENTA “BLOQUEARHOTEL EM MIDÕES

Esta notíciaencontrase pejada de falsidades e meiasverdades. Importa por isso, clarificar à gente de Midões e a todos os que leem este jornal, a verdade; verdade essa que o jornalnão quis encontrar, e que nem sequer a procurou, pois nunca sequer me tentou contactar e averiguar a veracidade dos supostos factos

E a verdade é uma

Desde 2018, adquiri vários prédios e propriedades em Midões, nomeadamente o Palácio de Midões, a Casa dos Almeida Veiga, a quinta das Hortas, a quinta da Granja, a Capela de Nossa Senhora das Dores e bem como várias outras propriedades que outrora pertenceram aos Viscondes de Midões

Nunca escondi, a minha intenção de investir em Midões, na terra dos meus ancestrais, com criação de postos de trabalho nas atividades de turismo, agricultura e de encetar um projeto de solidariedade junto da comunidade, que de resto se encontram em curso

Por isso, registei em 2018 as marcas Palácio de Midõese Casa de Midões, tendo feito investimentos avultados, não na aquisição dos prédios e terrenos, como também no desenvolvimento das marcas, no branding e em plataformas digitais entre outros. 

Ora em finais de 2020, inícios de 2021, Nuno Fernando Tavares Pereira tentou registar várias marcas homónimas com o nome Casa Visconde de Midõese Palace Hotel de Midões; tentou ainda registar a marca Palácio das Quatro Estações(!), o nome pelo qual todos conhecem o Palácio de Midões, pelas estátuas das quatros estações que encimam a sua fachada, como aliás consta de uma das fotografias constantes da publicação à qual se responde, e se pode encontrar na monografia de Midões de João Pinho de 2017 (Pinho. J., Freguesia de Midões, uma história milenar 9512017, Junta de Freguesia de Midões)

Como é óbvio, não podia deixar de contestar à tentativa de registo de marcas confundíveis no seu objeto e nome e à tentativa de aproveitamento da marca préconstituída. Filo usando os meios apropriados, sem ser necessário recorrer a publicações ofensivas da honra de quem quer que seja. De resto acredito que uma concorrência saudável e honesta poderá engrandecer a terra de Midões e de bua

Importa sim perceber porque é que o Nuno Pereira que não é dono, nem tenciona explorar o Palácio de Midões / Palácio das Quatro Estações, mas sim dono da Casa da Obraem Midões pretendia registar a marca com nome de prédio que não lhe pertence

Será que que sou eu que tento bloquear alguém na sua atividade ou será antes o contrário

Não posso também deixar de manifestar o meu repúdio pela forma como foi elaborada a alegada noticia, com violação dos deveres mais básicos de deontologia, sem a confrontação de versões e opiniões, sem que fosse testada e controlada a veracidade da notícia, recorrendo a fontes idóneas, diversificadas e controladas

O diretor do jornal e o jornalista que transcrevem as afirmações feitas por um entrevistado, sem se certificarem se o seu teor corresponde ou não à verdade, e que atuam sem observarem às cautelas exigidas para um legítimo e correto exercício do seu direito de informar, contendo as frases do entrevistado imputações que atentam contra a minha honra, bom nome e reputação, praticam um injustificável abuso da liberdade de imprensa, forçandome a reagir

Por que razão me foram atribuídos nomes jocosos como uma espécie de monarca, foi o bom nome da minha família trazido a público e foi usada o nome da minha entidade empregadora, que nada têm a ver com o meu património pessoal e as minhas decisões pessoais

O interesse pessoal e o interesse de tornar qualquer publicação apelativa de forma a aumentar a sua circulação não justifica que sejam ultrapassados os direitos de terceiros ou a ética profissional, atacando os alvos escolhidos para satisfação de interesses alheios ao direito/dever de informar

Devem antes centrarse mais nos vossos projetos e menos nos dos outros, deixando de apontar o dedo a outrem ou de tentar encontrar inimigos onde não os há

Midões e Tábua merecem primeiras páginas de jornais pela sua história, pela sua gente e pelo seu desenvolvimento, com projetos meus ou de quem quer que seja que o pretenda

O recurso a estes meios profundamente ofensivos associados à tamanha solidariedade manifestada por dezenas de pessoas de Tábua perante este vil ataque pessoal, apenas me dão ainda mais ânimo para levar para a frente os meus projetos. Não estou em Midões de passagem

Dr. Hugo Gomes da Silva 

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