“A Terra Tremeu” ontem, pelas 11h05, em Tondela. O exercício, promovido pelo Município de Tondela e pelo Comando Sub-regional de Emergência e Protecção Civil de Viseu Dão Lafões, envolveu 571 alunos do 1º e 2º ciclos da Escola Básica de Tondela.
A presidente da Câmara, Carla Antunes Borges, e o vereador com o pelouro da Protecção Civil, João Carlos Figueiredo, juntaram-se a alunos, professores e técnicos da protecção civil na iniciativa.
À hora marcada do exercício, que ocorreu à escala nacional, a campainha da escola tocou duas vezes e os estudantes e professores seguiram três gestos simples: baixar, proteger e aguardar. Colocaram-se debaixo das mesas, protegeram a zona do pescoço e aguardaram um minuto, o tempo da actividade, seguindo, assim, as recomendações que receberam sobre como agir antes, durante e depois da ocorrência de um sismo.
No final da iniciativa, a presidente da Câmara felicitou a escola, a direcção do Agrupamento de Escolas Cândido de Figueiredo, os alunos, os professores e a protecção civil pela forma como decorreu a actividade.
“Os meus parabéns por terem acolhido este exercício que para nós é muito importante. Como principais agentes da protecção civil, para nós é fundamental a existência destes exercícios”, afirmou. “Portaram-se muito bem, foram céleres, ágeis e ordeiros e isso é muito importante quando estamos perante uma situação de protecção civil. É muito importante termos a cabeça fria, pensarmos e não entrarmos em pânico porque aí vamos conseguir tomar a decisão certa e agir bem se acontecer alguma coisa mais grave”, acrescentou.
Também Alexandre Borges, do Comando Sub-regional de Emergência e Protecção Civil de Viseu Dão Lafões, agradeceu a colaboração e empenho do município e da escola nesta actividade. “Este exercício pode parecer às vezes uma brincadeira, mas não é. É bom que que tenham consciência de que isto pode ajudar-vos a salvar a vossa vida e de quem vos está próximo”, defendeu, lembrando que os cidadãos enfrentam diariamente “um conjunto de perigos”, sendo necessário nestas situações “adoptar os comportamentos mais correctos, para não se agravar a situação”.
Já a directora do Agrupamento de Escolas Cândido de Figueiredo, Helena Gonçalves, pediu aos alunos para contarem em casa aos pais, avós, tios e restantes familiares o que aprenderam para que todos saibam o que fazer em caso de terramoto.
Promovido anualmente pela protecção civil, o exercício “A terra treme” procura chamar a atenção para o risco sísmico e para a importância de comportamentos simples que os cidadãos devem adoptar em caso de sismo, mas que podem salvar vidas.
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