Os sinais de poluição nos rios Seia e Cobral, no concelho de Oliveira do Hospital, na semana anterior à Páscoa estão a ser investigados pela Guarda do Ambiente da GNR da Lousã. O caso tornou-se conhecido depois de um munícipe de Oliveira do Hospital ter tirado várias fotografias ao leito do rio e de as ter publicado nas redes sociais. As fotos alertaram desde logo o Serviço de Proteção da Natureza e do Ambiente (SEPNA) da GNR, bem como o presidente da União de Freguesias de Ervedal e Vila Franca da Beira, Carlos Maia, que se deslocou ao local.
O presidente da Câmara Municipal de Oliveira do Hospital, entretanto, confirmou em declarações à Rádio Boa Nova que o Município fez uma participação à Guarda do Ambiente da GNR da Lousã e que ordenou, através do gabinete da Proteção Civil e do Ambiente, arealização de um relatório para averiguar de onde vinha a poluição”. O autarca que oliveirense frisou que as descargas “são mais no Rio Cobral e vêm do concelho de Seia”.
“Não dizemos que foi uma fábrica ou outro tipo qualquer de poluição. Reagimos e vamos ver o que é que dá, até porque as coimas são muito pesadas, as mínimas vão de 10 mil a 17 mil Euros”, referiu. “No rio Cobral sabemos que (a poluição) pode ser dos laticínios, mas no rio Seia, não”, sublinhou ainda José Carlos Alexandrino.
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