Segunda-feira dá-se início ao cumprimento da decisão proferida, dia 31 de Março, pelo Juiz de Instrução do Tribunal Judicial de Oliveira do Hospital e que obriga o presidente cessante da Câmara Municipal de Oliveira do Hospital a responder em tribunal.
Em causa, está uma alegada afirmação de Mário Alves, que remonta a 2007, e que terá sido proferida no Salão Nobre dos Paços do Município – “ no ATL há duas inválidas que não fazem, nem querem fazer”, terá dito – e que não caiu bem junto de duas funcionárias, que recorriam com frequência a baixas médicas por problemas de saúde.
A alegada declaração de Alves, vale-lhe agora a presença em tribunal, no âmbito do processo que lhe foi movido pelas funcionárias – uma sofre de doença do foro oncológico e outra tem problemas ortopédicos que lhe dificultam a locomoção – pelo facto de terem percebido que “o desabafo” lhes era dirigido. Sobre o autarca do PSD recai uma acusação que é acompanhada pelo Ministério Público.
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